sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Textos Salvistas

Textos Salvistas
Antes da hora (após o sinal do liturgo reza-se de joelhos)

Ó Sagrado Banquete,/ de que somos os convivas,/ no qual recebemos o Cristo em comunhão!/ Nele se recorda a sua paixão,/ o nosso coração se enche de graça/ e nos é dado o penhor da glória que há de vir.
V/. Do céu lhes destes o pão. (T.P. Aleluia)
R/. Que contém todo o sabor (T.P. Aleluia)
Oremos. Senhor Jesus Cristo/ neste admirável Sacramento/ nos deixastes o memorial da vossa Paixão./ Dai-nos venerar com tão grande amor/ o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue/ que possamos colher continuamente os frutos da vossa Redenção./ Vós que viveis e reinais para sempre.
R/. Amém.

Início da hora
Deus vinde em meu auxílio, Senhor socorrei-me sem demora, minha oração suba a Vós como incenso e minhas mãos como oferta da tarde. Demos Glória a Deus Pai onipotente e a seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso, e ao Espírito que habita em nosso peito, pelos séculos dos séculos. Amém. (Aleluia)

Depois da hora (de joelhos, exceto o ângelus)

Providência Santíssima,/ do Eterno Onipotente / e misericordiosíssimo Deus,/ que tudo tendes providenciado/ e providenciareis para o nosso bem,/ providenciai em todas as nossas necessidades./ Assim creio,/ assim espero,/ seja sempre feita a Vossa Santíssima Vontade./ Amém.

Oração pelas vocações salvistas
Pai Santo, contemplamos os campos prontos para a colheita, por isso obedientes à Palavra do vosso Filho, nós vos suplicamos, concedei à Fraternidade numerosas e santas vocações. Suscitai Senhor, servos e servas de Jesus Salvador, leigos, leigas, religiosos, religiosas e sacerdotes ministeriais, para viver o Louvor de Deus em suas vidas, capazes de pregar o Evangelho e celebrar com esplendor o Mistério Pascal na graça da Efusão do vosso Espírito, e assim trabalhar eficazmente pela santidade de cada pessoa humana para edificar a Igreja. Amém.

Oração a Nossa Senhora de Pentecostes
Ó Maria, Filha predileta do Pai,/ Mãe Santíssima do nosso Senhor Jesus Salvador,/ Esposa mística do Espírito Santo, / Nossa Senhora de Pentecostes, /nós nos consagramos ao vosso maternal amor / e vos tomamos como modelo perfeito de louvor a Deus, / de santidade, de espírito missionário e evangelizador. / Vós que no dia de Pentecostes, / junto com os apóstolos, ficastes repleta do inefável dom do Espírito Santo, / ajudai-nos, na efusão do mesmo Espírito / que recebemos no dia do Batismo, / sermos constantemente fiéis ao Senhor. / Amém.
V/. Nossa Senhora de Pentecostes,
R/. Rogai por nós que recorremos a Vós

Oração a São José

Ó glorioso São José, / Pai e Protetor das almas virgens, / nosso Pai e Protetor, guarda fiel a quem Deus confiou Jesus, / que é a mesma inocência, e Maria, a Virgem das virgens: / Nós vos suplicamos e constantemente rogamos, / por Jesus e Maria, / esse dúplice penhor a Vós tão caro, façais que, preservados de toda mancha, / incontaminados no pensamento, / puros de coração e castos de corpo, / sirvamos constantemente a Jesus e Maria, / em uma perfeita castidade. Amém.
V/. São José, nosso pai e protetor,
R/. Rogai por nós.

São Miguel Arcanjo,/ defendei-nos no combate,/ sede nosso refúgio contra as maldades e as ciladas do demônio!/ Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos;/ e Vós, príncipe da milícia celeste, pelo Divino Poder,/ precipitai no inferno a Satanás/ e a todos os espíritos malignos,/ que andam pelo mundo para perder as almas./ Amém.
V/. São Miguel Arcanjo,
Quem como Deus?
R/. Rogai por nós.
V/. São Gabriel Arcanjo,
 Força de Deus.
R/. Rogai por nós.
V/. São Rafael Arcanjo,
Medicina de Deus e protetor dos que viajam.
R/. Rogai por nós.

Santo Anjo do Senhor,/ meu zeloso guardador,/ a ti me confiou a piedade Divina,/ sempre me rege,/ guarda,/ governa,/ e ilumina. Amém.

Pelos fiéis defuntos
V/. Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno.
R/. E brilhe para eles a Vossa luz.
V/. Descansem em paz.
R/. Amém.



Angelus ou O Anjo do Senhor
V/. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R/. E ela concebeu do Espírito Santo.
     Ave-Maria...
V/. Eis aqui a escrava do Senhor.
R/. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
     Ave-Maria...
V/. E a Palavra se fez carne.
R/. E habitou entre nós.
     Ave-Maria...
V/.Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R/. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos. Derramai, ó Deus,/ a vossa graça em nossos corações,/ para que conhecendo pela mensagem do Anjo,/ a Encarnação de Cristo, Vosso Filho./ cheguemos, por sua paixão e cruz./ à glória da ressurreição, / pela intercessão da Virgem Maria./ Por Cristo, nosso Senhor./ Amém.

Rainha do Céu (T.P.)
V/. Rainha do céu, alegrai-vos. Aleluia!
R/. Pois o Senhor que merecestes trazer em Vosso seio, Aleluia!
V/. Ressuscitou, como disse, Aleluia!
R/. Rogai a Deus por nós, Aleluia!
V/. Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria, Aleluia!
R/. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!
Oremos. Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo/ com a Ressurreição do Vosso Filho,/ concedei-nos por sua Mãe, a Virgem Maria,/ o júblio da vida eterna./ Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

(Silêncio - ajoelhados)
V. Louvados sejam Jesus e Maria.
R. Para sempre sejam louvados.

Súplica a Nossa Senhora, Rainha dos Anjos
(aos Sábados antes da oração de São Miguel)
Augusta Rainha dos Céus/ e Senhora dos Anjos:/ Vós que desde o princípio/ recebestes de Deus o poder e a missão/ de esmagar a cabeça de Satanás,/ nós Vos pedimos humildemente,/ enviai vossas santas Legiões de Anjos/; para que elas/ sob vosso poder e vossas ordens,/ persigam os infernais espíritos,/ combatendo-os por toda a parte;/ confundam a sua audácia/ e os precipitem nos abismos./ Quem como Deus,/ ó boa, terna e meiga Mãe? Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança./ Ó Mãe de Deus,/ enviai vossas santas Legiões de Anjos/ para nos defender e repelir para longe de nós o cruel inimigo./ Santos Anjos e Arcanjos,/ defendei-nos e protegei-nos./ Amém. 


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

ESQUEMA GERAL CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS SEM DISTRIBUIÇÃO DA COMUNHÃO

ESQUEMA GERAL
CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS SEM DISTRIBUIÇÃO DA COMUNHÃO

Os textos das orações e das leituras tomam-se habitualmente do Missal e do Lecionário. (CDAP, n. 35)O leigo que orienta a reunião comporta-se como um entre iguais. Não deve usar palavras que pertencem ao presbítero ou ao diácono. (CDAP, n. 35) Não deve usar a cadeira presidencial, mas prepare-se antes uma outra cadeira fora do presbitério. (CDAP, n. 40)
Ao preparar a celebração cuide-se da conveniente distribuição dos serviços, por exemplo, para as leituras, para os cânticos etc., e da disposição e arranjo dos lugares. (CDAP, n. 40)

RITOS INICIAIS

Somente o moderador diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.

Opções

1
Bendito seja o Deus, Pai de toda a consolação, que manifestou a sua misericórdia para conosco



Ou


2
Irmãos, bendizei a Deus em sua bondade e nos (ou vos) convida para a mesa da Palavra do Senhor.


O povo responde:
Bendito seja Deus para Sempre.

No início desta celebração , peçamos a conversão do coração fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Opções
Ato Penitencial
1
1. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos:
Piedade, piedade, piedade de nós! (bis)
2. Ó Cristo, que viestes chamar os pecadores humilhados: Piedade, piedade, piedade de nós!3. Senhor, que intercedeis por nós junto a Deus Pai que nos perdoa: Piedade, piedade, piedade de nós!
2
Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
R//. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que sois verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
R//. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
R//. Senhor, tende piedade de nós.
Moderador: Deus, todo Poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna. Amém.

Moderador: Oremos
(momento de silêncio)

Oração do dia conforme a Liturgia diária.

Amém.   

LITURGIA DA PALAVRA

Primeira leitura. Sentados.

Conforme primeira leitura da Liturgia Diária

Palavra do Senhor.
 Graças a Deus.

Salmo Responsorial
Conforme Liturgia Diária

— Versículo
— Responsório

Estrofes lidas


Aclamação ao Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia. 
Versículo

Evangelho

Ouçamos irmãos e irmãs o Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus ou Marcos ou Lucas ou João

Leitura conforme Liturgia Diária

V/. Palavra da Salvação. 
R/. Glória a vós, Senhor.

Sentados. O moderador faça uma exortação Segue-se silêncio para interiorização. 

Faz-se a Oração dos fiéis ou Universal, que os fiéis procuram responder conforme indicado pelo moderador conforme Liturgia Diária.


Introdução à Oração da Comunidade
1
Irmãos, elevemos as nossas preces a Deus Pai todo-poderoso, que deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade
2
Irmãos, nesta oração pública e comum que agora iniciamos ninguém rogue apenas por si, nem só pelos seus, mas roguemos todos ao Cristo Senhor por todo o povo.
3
Advento: Irmãos, esperando ardentemente a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, imploremos com mais fervor a sua misericórdia.
4
Quaresma: Caros Irmãos, é preciso rezar em todo tempo; mas sobretudo nestes dias da Quaresma devemos elevar nossa oração a Deus, em fervorosa vigília com o Cristo.
5
Tempo Pascal: Caros irmãos, nesta alegria pascal invoquemos a Deus, com mais fervor para que, tendo atendido às preces e súplicas do seu amado Filho, considere também nossas humildes orações.
6
Irmãos, reunidos para celebrar a Palavra de Deus, roguemos ao Deus todo-poderoso que o mundo inteiro seja lavado na fonte de toda bênção e toda vida.
7
Irmãos, aqui reunidos para recordar os benefícios de nosso Deus, roguemos que ele inspire os nossos pedidos, para que possa atender às nossas súplicas.
Depois da oração universal (sem concluí-la) o moderador convida à ação de graças pela qual os féis exaltam a glória de Deus e a sua misericórdia. Isto pode fazer-se com um salmo (99, 112, 117, 135, 147, 150), ou um hino ou cântico (Magnificat), ou também com uma prece litânica, que o moderador, de pé com os fiéis voltados para o altar, diz juntamente com todos eles. Esta ação de graças não deve ter, de modo nenhum, a forma duma oração eucarística.(CDAP, n. 45).
- A minh'alma engrandece ao Senhor, 
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, 
- pois, ele viu a pequenez de sua serva, 
eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita.
- O Poderoso fez por mim maravilhas 
e Santo é o seu nome! 
- Seu amor, de geração em geração, 
chega a todos que o respeitam.
- Demonstrou o poder de seu braço, 
dispersou os orgulhosos. 
- Derrubou os poderosos de seus tronos 
e os humildes exaltou.
- De bens saciou os famintos 
e despediu, sem nada, os ricos. 
- Acolheu Israel, seu servidor, 
fiel ao seu amor,
- como havia prometido aos nossos pais, 
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.
- Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, 
como era no princípio, agora e sempre. Amém. 
Segue-se o Pai-nosso, com o devido convite.

Moderador:
Opções
Monição ao Pai nosso
1
Rezemos, com amor e confiança a Oração que o Senhor nos ensinou:
2
Nossa prece prossigamos, implorando a vinda do Reino de Deus:
3
Recolhamos agora nossos louvores e pedidos com as palavras do próprio Cristo, e digamos:
4
Confirmemos agora nossos louvores e pedidos pela oração do Senhor:
5
Mais uma vez louvemos a Deus e roguemos coma as mesmas palavras de Cristo:

Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.

Pode-se seguir o rito da paz conforme

Saudemo-nos em Cristo Jesus

Oração final na Féria ou Festa do Senhor.
Concedei, ó Deus, ao Povo Cristão, conhecer a fé que professa e amar a Liturgia que celebra. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Ou

Oração final nas Festas dos Santos

Ó Deus, fazei que o coração de vosso povo esteja sempre voltado para vós; e não deixeis de guiar com a vossa graça os que ajudais com tão grandes protetores. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.


Conclusão (traçando o sinal da cruz)

O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PRINCÍPIOS ESSENCIAIS DA VIDA CONSAGRADA







PRINCÍPIOS ESSENCIAIS DA VIDA CONSAGRADA


Temas
Princípios
Cânon
Vida Religosa
Conceito
-consagração;
- doação total de si;
- matrimônio;
- culto;
- caridade.
Cân. 607 § 1. A vida religiosa, enquanto consagração da pessoa toda, manifesta na Igreja o maravilhoso matrimônio estabelecido por Deus, sinal do mundo vindouro.Assim, o religioso consuma a doação total de si mesmo como sacrifício oferecido a Deus, pelo qual a sua existência toda se torna culto contínuo a Deus na caridade.

Instituto Religioso
- direito próprio;
- votos públicos;
- vida fraterna em comum
- separação do mundo
Cân. 607 § 2. O instituto religioso é uma sociedade, na qual os membros, de acordo com o direito próprio, fazem votos públicos perpétuos ou temporários a serem renovados ao término do prazo, e levam vida fraterna em comum.
§ 3. O testemunho público de Cristo e da Igreja, a ser dado pelos religiosos, implica a separação do mundo que é própria da índole e finalidade de cada instituto.
Vida Espiritual
Carisma e índole: devem ser preservados
Cân. 578 A mente e os objetivos dos fundadores, aprovados pela competente autoridade eclesiástica, no que se refere à
natureza, à finalidade, ao espírito e à índole do instituto, bem como suas sãs tradições, tudo isso constitui o patrimônio desse instituto e seja fielmente conservado por todos.
Conselhos evangélicos e organizar a vida  para tender a perfeição
Cân. 598. § 2. Todos os membros, porém, devem não só observar fiel e integralmente os conselhos evangélicos mas também organizar a própria vida de acordo com o direito próprio do instituto e tender assim à perfeição de seu estado.
Seguimento a Cristo de acordo com Evangelho expresso nas Constituições
Cân. 662 Os religiosos tenham como regra suprema da vida o seguimento de Cristo, proposto no Evangelho e expresso nas constituições do próprio instituto.
Contemplação e oração assídua
Cân. 663 § 1. A contemplação das coisas divinas e a união com Deus pela oração assídua seja o primeiro e principal dever de todos os religiosos.
Piedade
Participação diária da Santa Missa
Cân. 663 § 2. Os membros, quanto possível, participem todos os dias do sacrifício eucarístico, recebam o santíssimo Corpo de Cristo e adorem o próprio Senhor presente no Sacramento.
Leitura da Sagrada Escritura e Liturgia das Horas
Cân. 663 § 3. Dediquem-se à leitura da sagrada Escritura e à oração mental, celebrem dignamente a liturgia das horas de acordo com as prescrições do direito próprio, mantendo-se para os clérigos a obrigação mencionada no cân. 276 § 2, n. 3, e
façam outros exercícios de piedade.
cân. 276 § 2, n. 3 - os sacerdotes e os diáconos que aspiram ao presbiterado são obrigados a rezar todos os dias a liturgia das horas, de acordo com os livros litúrgicos próprios e aprovados; os diáconos permanentes, porém, rezem a parte determinada pela Conferência dos Bispos;
Culto à Virgem Maria
Cân. 663 § 4. Honrem, mediante culto especial, a Virgem Mãe de Deus, modelo e proteção de toda vida consagrada, também com o rosário mariano.
Retiro anual
Cân. 663 § 5. Observem fielmente os dias do retiro anual.
Exame de consciência
Cân. 664 Os religiosos se esforcem na sua própria conversão para Deus, façam também todos os dias o exame de consciência e se aproximem freqüentemente do sacramento da penitência.
Vida Comum
Vida Fraterna em comum sob um superior
Cân. 665 § 1. Os religiosos residam na própria casa religiosa, observando a vida comum, e dela não se afastem sem a licença de seu Superior.
- família em Cristo;
- auxílio mútuo na vivência da vocação;
- radicada na caridade
Cân. 602 A vida fraterna, própria de cada instituto, pela qual todos os membros se unem como numa família especial em Cristo, seja definida de tal modo, que se torne para todos auxílio mútuo para a vivência da própria vocação. Pela comunhão fraterna, porém, radicada e fundamentada na caridade, os membros sirvam de exemplo da reconciliação universal em Cristo.
Clausura
Reserva de parte da casa exclusiva aos religiosos
Cân. 667 § 1. Em todas as casas se observe a clausura
adequada à índole e à missão do instituto, de acordo com as determinações do direito próprio, reservando-se sempre uma parte da casa religiosa unicamente para os membros.
Hábito
Sinal de consagração e testemunho de pobreza
Cân. 669 § 1. Os religiosos usem o hábito do instituto
confeccionado de acordo com o direito próprio, como sinal de sua consagração e como testemunho de pobreza.
Ofícios externos
Obediência na aceitação de ofícios
Cân. 671 Sem a licença do legítimo Superior, o religioso não aceite encargos e ofícios fora do próprio instituto.
Formação
Formação espiritual, doutrinal e prática
Cân. 661 Por toda a vida, os religiosos continuem
diligentemente sua formação espiritual, doutrinal e prática; os Superiores proporcionem a eles meios e tempo para isso.
Cân. 279 § 1. Os clérigos continuem os estudos sagrados, mesmo depois de recebido o sacerdócio; sigam a sólida doutrina fundada nas Sagradas Escrituras, transmitida pelos antepassados e comumente aceita pela Igreja, conforme está fixada principalmente nos documentos dos Concílios e dos Romanos Pontífices, evitando profanas novidades de palavras e falsa ciência.
Governo
Superiores
Cân. 618 Os Superiores exerçam em espírito de serviço o seu poder, recebido de Deus pelo ministério da Igreja. Dóceis, portanto, à vontade de Deus no desempenho do cargo, governem seus súditos como a filhos de Deus, e promovam, com todo o respeito à pessoa humana, a obediência voluntária deles; ouçam-nos de bom grado e promovam a colaboração deles para o bem do instituto e da Igreja, mantendo-se, entretanto, firme sua autoridade de decidir e prescrever o que deve ser feito.
Cân. 620 Superiores maiores são os que governam todo o instituto,
Capítulo
Cân. 631 § 1. O capítulo geral, que detém a autoridade suprema num instituto, de acordo com as constituições, seja formado de tal modo que, representando todo o instituto, se torne verdadeiro sinal da sua unidade na caridade. Compete-lhe principalmente: tutelar o patrimônio do instituto, mencionado no cân. 578 e, de acordo com ele, promover adequada renovação, eleger o Moderador supremo, tratar questões mais importantes, e dar normas as quais todos são obrigados a obedecer.
Conselho
Cân. 627 § 1. De acordo com as constituições, tenham os Superiores o próprio conselho, de cujo auxílio usem no exercício do cargo.
Casa
Religiosa
Cân. 608 A comunidade religiosa deve habitar em casa legitimamente constituída, sob a autoridade do Superior designado de acordo com o direito
Votos
Profissão Religiosa
Cân. 654 Pela profissão religiosa os membros assumem, com voto público, a observância dos três conselhos evangélicos, consagram-se a Deus pelo ministério da Igreja e são incorporados ao instituto com os direitos e deveres definidos pelo direito.
Conselhos Evangélicos
Pobreza
Cân. 600 O Conselho evangélico da pobreza, à imitação de Cristo, que sendo rico se fez pobre por nós, além de uma vida pobre na realidade e no espírito, a ser vivida laboriosamente na sobriedade e alheia às riquezas terrenas, implica a dependência e a limitação no uso e na disposição dos bens, de acordo com o direito próprio de cada instituto.
Castidade
Cân. 599 O Conselho evangélico da castidade, assumido por causa do Reino dos céus e que é sinal do mundo futuro e fonte de maior fecundidade num coração indiviso, implica a obrigação da continência perfeita no celibato.
Obediência
Cân. 601 O Conselho evangélico da obediência, assumido com espírito de fé e amor no seguimento de Cristo obediente até à morte, obriga à submissão da vontade aos legítimos Superiores, que fazem as vezes de Deus quando ordenam de acordo com as próprias constituições.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

http://noticiascatolicas.com.br/os-religiosos-devem-cuidar-mais-do-carisma-que-das-obras.html


04/02/2013
Cardeal Braz de Aviz
Os religiosos devem cuidar mais do carisma que das obras
Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 04-02-2013, Gaudium Press) Um momento de transformação, renovação e retorno às origens. Assim descreve a situação atual da vida religiosa o Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para a Vida Consagrada, em palavras ditas a propósito do dia Mundial da Vida Consagrada.
Ele afirmou que enquanto na Asia, África e América Latina existe a necessidade de confirmar se todas as vocações que surgem são de boa fé; na Europa, Estados Unidos, Canadá e Austrália é necessário um empenho para voltar aos ensinamentos dos fundadores e reforçar a vida comunitária ainda que isso suponha diminuir o número.
Para o Cardeal, “O mais importante não são as obras. Mesmo que elas se desenvolvam muito, as obras são fruto de um carisma. Temos que estudar se trabalhando em tantas obras o carisma permanece. Porque, se o carisma não se mantém, as obras morrerão. É melhor diminuir as obras e que o carisma seja mantido. Ou seja, voltar à mensagem fundamental dos fundadores enfocada no Evangelho”.
O cardeal explica a importância de voltar às raízes e mostra que na história houve casos de congregações que tinham um só membro vivendo autenticamente sua missão e depois voltaram a ter 3.000 membros.
“Se não se tem como centro a graça pela qual nasceu a congregação, o carisma morrerá, se não se cuidar disso”, disse Dom João de Aviz.
Outro desafio apontado pelo cardeal foram as relações entre as Ordens Religiosas. É necessário que exista uma maior comunhão entre elas, disse.
O Prefeito da Congregação para a Vida Consagrada mostrou que “Na Igreja temos que aprender a ajudar nos. Se um carisma sofre, necessita de outro que está em uma boa situação que possa ajudar. Porém, em todos os sentidos: economicamente, na formação, nas vocações. Quantas coisas pode-se fazer juntos para ajudar-nos Às vezes estamos demasiados ilhados e isto nos traz dano!”.
Dom João Braz de Aviz disse ser mais importante a autenticidade da missão que o número de membros ou instituições. O Cardeal vê sinais de esperança ainda que haja muito trabalho para ser feito. (JS)